Terminei a leitura deste livro fascinante que nos leva a uma caverna onde permanecemos prisionairos de nós mesmos, “livremente” vivemos numa prisão onde o consumismo devora o nosso ser até ao tutano. A solução?
«…sendo as pessoas além de sujeitos de um fazer, sujeitos também de um pensar (…) sempre valerá mais arriscar-nos a subir a figueira para tentar alcançar o figo do que deitar-nos à sombra dela e esperar que ele nos caia na boca.» Muitas vezes, «…para que o céu se abra é necessário que uma porta se feche.»

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Na minha perspectiva, sair da caverna passa por sermos nós próprios, caminheiros ou viajantes numa busca intensa pelo SER e pela SERenidade. Procurar o céu límpido e fugir do consumismo, da homogeneização!

Boa Leitura e boas fugas!