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	<title>LIVROSEPALAVRASPONTOKOM</title>
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	<description>"Quem não compreende um olhar também não compreenderá uma longa explicação" (provérbio árabe)</description>
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		<title>LIVROSEPALAVRASPONTOKOM</title>
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		<title>5 de Outubro &#8211; Implantação da República</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 14:31:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulaalex</dc:creator>
				<category><![CDATA[debates]]></category>

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		<description><![CDATA[Portugal foi, desde a sua fundação, governado por reis. A essa forma de governo chama-se monarquia.
No entanto, nos finais do século XIX, havia muitas pessoas que achavam que a monarquia não era a melhor forma de governar um país: o rei reinava a vida toda.
Quando morria era o filho mais velho, o príncipe, que tomava [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=181&subd=paulaalex&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-183" title="4803819_cfLaJ" src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2009/10/4803819_cflaj.png?w=320&#038;h=300" alt="4803819_cfLaJ" width="320" height="300" />Portugal foi, desde a sua fundação, governado por reis. A essa forma de governo chama-se monarquia.<br />
No entanto, nos finais do século XIX, havia muitas pessoas que achavam que a monarquia não era a melhor forma de governar um país: o rei reinava a vida toda.<br />
Quando morria era o filho mais velho, o príncipe, que tomava o seu lugar.<br />
Os problemas que as pessoas viam na monarquia eram devidos a coisas muito simples:<br />
E se o rei governasse mal?<br />
E se fosse cruel para com os súbditos (o povo)?<br />
E se ficasse doente ou louco?<br />
E se tivesse ideias extravagantes que prejudicassem as pessoas?<br />
E se decidisse mal coisas importantes para o país?<br />
E se se deixasse influenciar demais por pessoas com más intenções?<br />
Claro que estes problemas podem acontecer com qualquer governante, fosse ele um rei ou outro&#8230;<br />
No entanto, as vantagens de uma forma de governar diferente eram vistas como boas. Seria um sistema diferente: uma república.</p>
<p style="text-align:justify;">As repúblicas têm dirigentes eleitos por períodos de tempo mais curtos, e o controlo do poder parecia mais eficaz.</p>
<p style="text-align:justify;">Por tudo isto, grupos de cidadãos portugueses, partidários de um sistema de governo republicano, foram-se revoltando e acabaram por conseguir terminar com a monarquia e implantar a República, como vinha acontecendo noutros países da Europa.</p>
<p style="text-align:right;"><em>in site <a href="http://www.junior.TE">www.junior.TE</a><br />
</em><span style="color:#3366ff;"> </span></p>
<h1 style="text-align:left;"><span style="color:#3366ff;">Isto aconteceu a 5 de Outubro de 1910</span></h1>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#3366ff;">O fim da Monarquia</span></h2>
<p style="text-align:justify;">Em 1873, em plena monarquia, formou-se um novo partido, o Partido Republicano que tenta uma revolta em 31 de Janeiro de 1891, no Porto, como protesto contra a capitulação de D. Carlos I ao <em>Ultimato da Inglaterra</em> relativamente ao famoso <em>Mapa Cor-de-Rosa</em>, em que Portugal propunha a ligação, anexando território africano, de Angola a Moçambique, indo assim contra a ambição Britânica de estabelecer um império africano  «do Egipto à África do Sul &#8211; da foz do Nilo à cidade do Cabo (Cape Town)», mas que é dominada.</p>
<p style="text-align:justify;">A 1 de Fevereiro de 1908 no Terreiro do Paço, em Lisboa, no regresso de uma viagem a Vila Viçosa, a tiros de pistola dá-se o assassínio (regicídio) do Rei D. Carlos I &#8211; <em>O Diplomata </em>- e do Príncipe Herdeiro D Luís Filipe, como represália à <em>Ditadura de João Franco</em>, a quem D. Carlos I tinha entregue o governo, após dissolver o parlamento.</p>
<p style="text-align:justify;">D. Manuel II &#8211; <em>O Patriota ou O Desventurado</em> -, segundo filho de D. Carlos, nascido em Lisboa em 1889, assume o poder tornando-se o 34º (por vezes aparece referenciado como o 35º), e último rei de Portugal (1908 a 1910).</p>
<p style="text-align:justify;">D. Manuel II demite João Franco e nomeia um governo de coligação chefiado por Ferreira do Amaral, mas o descontentamento popular continua apesar de F. do Amaral ter concedido muitas liberdades de ordem política.</p>
<p style="text-align:justify;">O Partido Republicano estagia outra revolução, vitoriosa, a 4 de Outubro de 1910, e no dia seguinte foi proclamada a 1ª República por José Relvas e Eusébio Leão, e oficializada pelo Diário do Governo de 6-10-1910.</p>
<p style="text-align:justify;">Retirado do site<em> <a href="http://joaogil.planetaclix.pt/k.htm">http://joaogil.planetaclix.pt/k.htm</a></em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Em 1873, em plena monarquia, formou-se um novo partido, o Partido Republicano que tenta uma revolta em 31 de Janeiro de 1891, no Porto, como protesto contra a capitulação de D. Carlos I ao <em>Ultimato da Inglaterra</em> relativamente ao famoso <em>Mapa Cor-de-Rosa</em>, em que Portugal propunha a ligação, anexando território africano, de Angola a Moçambique, indo assim contra a ambição Britânica de estabelecer um império africano  «do Egipto à África do Sul &#8211; da foz do Nilo à cidade do Cabo (Cape Town)», mas que é dominada.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Arial;color:#003366;font-size:13.5pt;">Queda da Primeira República – Implantação da Ditadura Nacional</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Arial;color:#003366;font-size:13.5pt;">Revolução de 28 de Maio</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">A Revolução de 28 de Maio de 1926, Golpe de 28 de Maio de 1926 ou Movimento do 28 de Maio, também conhecido pelos seu herdeiros do Estado Novo por Revolução Nacional, foi um pronunciamento militar de cariz nacionalista e antiparlamentar que pôs termo à Primeira República Portuguesa, levando à implantação da auto-denominada Ditadura Nacional, depois transformada, após a aprovação da Constituição de 1933, em Estado Novo..</p>
<p style="text-align:justify;">A revolução começou em Braga, comandada pelo general Gomes da Costa, sendo seguida de imediato em outras cidades como Porto, Lisboa, Évora, Coimbra e Santarém. Consumado o triunfo do movimento, a 6 de Junho de 1926, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, Gomes da Costa desfila à frente de 15 mil homens, sendo aclamado pelo povo da capital.</p>
<p style="text-align:justify;">A Constituição Política da República Portuguesa de 1933 foi elaborada por um grupo de professores de Direito convidados por Salazar para o efeito, tendo sido promulgada a 22 de Fevereiro e aprovada em plebiscito em 19 de Março de 1933. Esta Constituição foi posta à aprovação dos portugueses, através de uma votação.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Arial;color:#003366;font-size:13.5pt;">O Estado Novo: autoritário, conservador, nacionalista, corporativista de Estado de inspiração fascista, parcialmente católica e tradicionalista, de cariz antiliberal, antiparlamentarista, anticomunista, e colonialista</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;color:black;font-size:10pt;">O Estado Novo (1933-1974) foi um regime autoritário, conservador, nacionalista, corporativista de Estado de inspiração fascista, parcialmente católica e tradicionalista, de cariz antiliberal, antiparlamentarista, anticomunista, e colonialista, que vigorou em Portugal sob a Segunda República. O regime criou a sua própria estrutura de Estado e um aparelho repressivo (PIDE, colónias penais para presos políticos, etc.) característico dos chamados Estados policiais, apoiando-se na censura, na propaganda, nas organizações paramilitares (Legião Portuguesa), nas organizações juvenis (Mocidade Portuguesa), no culto do &#8220;Chefe&#8221; e na Igreja Católica.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;color:black;font-size:10pt;"><img class="alignleft size-full wp-image-185" title="Salazar+11" src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2009/10/salazar11.jpg?w=309&#038;h=320" alt="Salazar+11" width="309" height="320" />A figura do Chefe de Estado encontrava-se subalternizada, assim, não é de estranhar que a partir de 1959, ano de revisões à Constituição, a eleição do Presidente da República passasse a ser por sufrágio indirecto. Deste modo, havia um único partido, a União Nacional, sendo todos os outros abolidos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">O tipo de Estado era uma República Corporativa de forma unitária regional, incorporando as &#8220;províncias ultramarinas&#8221;, ou seja, as colónias portuguesas, consagrando o ideal de Salazar de preservar o império português &#8220;do Minho a Timor&#8221;. Na revisão de 1951 foi incorporado na Constituição o Acto Colonial.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;color:black;font-size:10pt;">A Revolução de 28 de Maio de 1926, Golpe de 28 de Maio de 1926 ou Movimento do 28 de Maio, também conhecido pelos seu herdeiros do Estado Novo por Revolução Nacional, foi um pronunciamento militar de cariz nacionalista e antiparlamentar que pôs termo à Primeira República Portuguesa, levando à implantação da auto-denominada Ditadura Nacional, depois transformada, após a aprovação da Constituição de 1933, em Estado Novo..</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;color:black;font-size:10pt;">A revolução começou em Braga, comandada pelo general Gomes da Costa, sendo seguida de imediato em outras cidades como Porto, Lisboa, Évora, Coimbra e Santarém. Consumado o triunfo do movimento, a 6 de Junho de 1926, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, Gomes da Costa desfila à frente de 15 mil homens, sendo aclamado pelo povo da capital. </span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:black;font-size:10pt;">A Constituição Política da República Portuguesa de 1933 foi elaborada por um grupo de professores de Direito convidados por Salazar para o efeito, tendo sido promulgada a 22 de Fevereiro e aprovada em plebiscito em 19 de Março de 1933. Esta Constituição foi posta à aprovação dos portugueses, através de uma votação.<br />
</span></p>
<h1 style="text-align:justify;"><span style="color:#3366ff;">Guerra Colonial</span></h1>
<p> </p>
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-186" title="Fim (in)útil?!" src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2009/10/05.jpg?w=324&#038;h=242" alt="Chegada a Lisboa das urnas de polícias e soldados mortos durante os confrontos de Luanda de Março de 1961 -«Sinto que apenas pode haver soldados e marinheiros vitoriosos ou mortos.&quot; – António Oliveira Salazar" width="324" height="242" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Chegada a Lisboa das urnas de polícias e soldados mortos durante os confrontos de Luanda de Março de 1961 -«Sinto que apenas pode haver soldados e marinheiros vitoriosos ou mortos.&#8221; – António Oliveira Salazar</dd>
</dl>
<p style="text-align:justify;">Designa-se por Guerra Colonial, Guerra do Ultramar (designação oficial portuguesa do conflito até ao 25 de Abril), ou Guerra de Libertação (designação mais utilizada pelos africanos independentistas), o período de confrontos entre as Forças Armadas Portuguesas e as forças organizadas pelos movimentos de libertação das antigas províncias ultramarinas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, entre 1961 e 1974. Na época, era também referida vulgarmente em Portugal como Guerra de África.</p>
<div class="mceTemp">Ao longo do seu desenvolvimento foi necessário aumentar progressivamente a mobilização das forças portuguesas, nos três teatros de operações, de forma proporcional ao alargamento das frentes de combate que, no início da década de 1970, atingiria o seu limite crítico. Pela parte portuguesa, a guerra sustentava-se pelo princípio político da defesa daquilo que considerava território nacional, baseando-se ideologicamente num conceito de nação pluricontinental e multi-racial.</div>
<p style="text-align:justify;">Ao contrário dos outros países europeus que se desfizeram das suas colónias em África, Portugal, contrariando a <em>Carta das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos do Homem</em> manteve-as após 1960, o que inevitavelmente levou, após a <em>Conferência de Bandung,</em> às Guerras Coloniais em Angola, Guiné, Moçambique, etc., com base no princípio inalienável de auto-determinação e independência, num quadro internacional de apoio e incentivo à luta.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://paulaalex.wordpress.com/2009/10/05/5-de-outubro-implantacao-da-republica/"><img src="http://img.youtube.com/vi/G71CbbKX_CQ/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><strong><span style="font-family:Arial;color:#003366;font-size:13.5pt;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family:Arial;color:#003366;font-size:13.5pt;">O prelúdio da III República</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;"><span style="color:#000000;">Nos dias seguintes libertaram-se políticos encarcerados nas prisões de Caxias e Peniche, verificou-se um regressar de exilados políticos (a 28 dá-se o regresso de Mário Soares e a 30 o de Álvaro Cunhal) e, em contrapartida, um êxodo de descontentes com a revolução.</span></span><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://paulaalex.wordpress.com/2009/10/05/5-de-outubro-implantacao-da-republica/"><img src="http://img.youtube.com/vi/PsJpeR2K-is/2.jpg" alt="" /></a></span></span></p>
<h1 style="text-align:justify;"> <span style="color:#003366;">O 25 de Abril de 1974 começou em  5 de Outubro de 1910</span></h1>
<p style="text-align:justify;">Revolução dos Cravos é o nome dado ao golpe de estado militar que derrubou, num só dia, sem grande resistência das forças leais ao governo &#8211; que cederam perante a revolta das forças armadas &#8211; o regime político que vigorava em Portugal desde 1933. O levantamento, também conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido em 1974 pelos oficiais intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial. Considera-se, em termos gerais, que esta revolução trouxe a liberdade ao povo português “Dia da Liberdade”, é o feriado instituído em Portugal para comemorar a revolução.</p>
<p style="text-align:justify;">Este facto marcou definitivamente o nosso modo de ver e de viver, de ser e de estar. Hoje, 5 de Outubro de 2009, passados 35 anos, os ideais mantêm-se de pedra e cal. Há por aí quem tema, receia ou estremeça… Uns são asfixiados, outros esmiuçados, uns vivem de braços erguidos, outros de braços cruzados. </p>
<p><strong><span style="color:#003366;">Vale a pena reler o excerto de uma entrevista a Vasco Gonçalves &#8211; &#8220;Ideais de Abril apontam para o futuro&#8221; </span></strong></p>
<p><strong>Passaram-se 25 anos. Certos elementos essenciais da Revolução continuam de pé, outros perderam-se ou foram adiados. Mas há a memória, há homens, acontecimentos, conquistas e factos que são parte incontornável da nossa História colectiva. Fazendo uma ponte entre os anos da Revolução e este fim de século, que mensagem gostaria de aqui deixar?</strong></p>
<h2 style="text-align:justify;">O <span style="color:#00ff00;">entusiasmo</span>, a <span style="color:#3366ff;">confiança</span>, a <span style="color:#ff0000;">esperança</span>, o <span style="color:#ff6600;">empenhamento</span>, o <span style="color:#339966;">sonho </span>que se seguiram ao 25 de Abril devem inspirar-nos a continuação da luta com redobrado esforço pelos ideais que nortearam as conquistas revolucionárias. Numa palavra: <span style="text-decoration:underline;">manter abertas as portas que Abril abriu. Por elas passa a libertação do Homem</span>.</h2>
<p style="text-align:right;"><em>in «O Militante» Nº 239 &#8211; Março / Abril – 1999</em></p>
<p style="text-align:justify;">Ser cidadão significa pertencer a um estado livre, no gozo dos seus direitos civis e políticos, e sujeito a todas as obrigações inerentes a essa condição. Portanto, bem hajam os cidadãos corajosos que levantam a voz, que erguem bandeiras e ousam pensar e agir!</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://paulaalex.wordpress.com/2009/10/05/5-de-outubro-implantacao-da-republica/"><img src="http://img.youtube.com/vi/d_YyqCzIUsc/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Neste dia, num simples feriado nacional, que viagem poderíamos fazer rumo ao futuro! Juntos ou sós. Aqui ou ali. Agora e sempre.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://paulaalex.wordpress.com/2009/10/05/5-de-outubro-implantacao-da-republica/"><img src="http://img.youtube.com/vi/zz9C0xaLTxE/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/paulaalex.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/paulaalex.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/paulaalex.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/paulaalex.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/paulaalex.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/paulaalex.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/paulaalex.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/paulaalex.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/paulaalex.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/paulaalex.wordpress.com/181/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=181&subd=paulaalex&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Salazar+11</media:title>
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			<media:title type="html">Fim (in)útil?!</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>4 de Outubro &#8211; Dia do Animal (?)</title>
		<link>http://paulaalex.wordpress.com/2009/10/04/4-de-outubro-dia-do-animal/</link>
		<comments>http://paulaalex.wordpress.com/2009/10/04/4-de-outubro-dia-do-animal/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 20:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulaalex</dc:creator>
				<category><![CDATA[debates]]></category>
		<category><![CDATA[vida(s)]]></category>

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		<description><![CDATA[Pensamos, neste dia, nos animais abandonados, porque os jorrnalistas divulgam as campanhas promovidas pelos Amigos dos Animais.
A Natureza é cruel. No outro lado do mundo, foram muitas as vítimas (humanas e não humanas) dos abalos císmicos. Todavia, nas grandes cidades portuguesas,  exibem-se animaizinhos &#8220;de luxo&#8221; para que se demonstre o AMOR (?)  que se tem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=163&subd=paulaalex&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Pensamos, neste dia, nos animais abandonados, porque os jorrnalistas divulgam as campanhas promovidas pelos Amigos dos Animais.</p>
<p style="text-align:justify;">A Natureza é cruel. No outro lado do mundo, foram muitas as vítimas (humanas e não humanas) dos abalos císmicos. Todavia, nas grandes cidades portuguesas,  exibem-se animaizinhos &#8220;de luxo&#8221; para que se demonstre o AMOR (?)  que se tem pelo &#8220;próximo&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">O Homem é cruel.  Abandona animais. Abandona causas. Abandona ideais. Abandona princípios.<br />
Como sobreviver? Imitando os animais? Charles Darwin afirmou que <span style="line-height:160%;font-size:10pt;"><span style="color:#000080;">«Na história da humanidade (e dos animais também) aqueles que aprenderam a colaborar e improvisar foram os que prevaleceram.» </span></span><span style="line-height:160%;font-size:10pt;">Que resposta sábia e que gestos tão simples: colaborar e improvisar!<br />
</span><span style="line-height:160%;font-size:10pt;">Com ou sem dia do animal, lembremo-nos que temos ainda muito a aprender&#8230; Basta observarmos o que está à nossa volta. Basta valorizarmos os gestos simples. Basta partilharmos.</span>  </p>
<p style="text-align:center;">
<div><span style="line-height:160%;font-size:10pt;"> </span></div>
<p> </p>
<div><span style="line-height:160%;font-size:10pt;"></span></div>
<p> </p>
<p><span style="line-height:160%;font-size:10pt;"></span></p>
<p style="text-align:center;">
<div><span style="line-height:160%;font-size:10pt;"> </span></div>
<p> </p>
<div id="attachment_177" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-177" title="Família" src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2009/10/m1.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Aprender a AMAR" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Aprender a AMAR</p></div>
<p style="text-align:center;">
<div><span style="line-height:160%;font-size:10pt;"></span></div>
<p> </p>
<p><span style="line-height:160%;font-size:10pt;"></p>
<div id="attachment_165" class="wp-caption aligncenter" style="width: 501px"><img class="size-full wp-image-165" title="Família" src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2009/10/dscf4169.jpg?w=491&#038;h=368" alt="Aprender a Partilhar " width="491" height="368" /><p class="wp-caption-text">Aprender a PARTILHAR</p></div>
<p> </p>
<p></span></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:center;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-167" title="polonizar" src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2009/10/dscf3640.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Partilhar para Crescer" width="300" height="225" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Partilhar para CRESCER</dd>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:center;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-168" title="lobo" src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2009/10/lobo.jpg?w=400&#038;h=300" alt="Crescer ppara aceitar a Diferençça" width="400" height="300" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Crescer para RESPEITAR a Diferença</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Através dos tempos, o Homem ouviu fábulas, contos e cantigas, cujos protagonistas eram animais. Através dos tempos, estas histórias chegaram  até nós e, hoje em dia, ainda recebemos  (se nos dispusermos a tal) válidas lições para a vida. Contudo, sem tempo e com contratempos, acabámos por mergulhar num vazio de valores. Muitos de nós ainda tentam emergir&#8230; mas há sempre &#8220;um superior interesse&#8221; que relega para último plano o que é verdadeiramente  importante: a VIDA.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">Neste dia outunal, com um sol extraordinário, lamentei: campanhas políticas, papéis no chão, fotografias gigantescas espalhadas por todas as pequenas e grandes rotundas, pelas grandes e pequenas localidades&#8230; lamentei o dia do animal, daquele mesmo cão ou gato (multiplicados por mil) que acabará morto na próxima terça-feira porque a autarquia não tem dinheiro para suportar as despesas do canil! Ironias&#8230; <span style="text-decoration:underline;">Temos a campanha</span>&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://paulaalex.wordpress.com/2009/10/04/4-de-outubro-dia-do-animal/"><img src="http://img.youtube.com/vi/29e99oc-hxo/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Mas a realidade não muda</span>!</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://paulaalex.wordpress.com/2009/10/04/4-de-outubro-dia-do-animal/"><img src="http://img.youtube.com/vi/vkOvm3_oXyg/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/paulaalex.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/paulaalex.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/paulaalex.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/paulaalex.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/paulaalex.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/paulaalex.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/paulaalex.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/paulaalex.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/paulaalex.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/paulaalex.wordpress.com/163/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=163&subd=paulaalex&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">lobo</media:title>
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	</item>
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		<title>VIDA(S)</title>
		<link>http://paulaalex.wordpress.com/2009/06/22/145/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 18:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulaalex</dc:creator>
				<category><![CDATA[vida(s)]]></category>

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		<description><![CDATA[Cá estou. Regressei. Aprendi mais. Muito mais&#8230; valorizo ainda mais a beleza das coisas simples da vida! Sinto saudades do meu pai. Sinto saudades daquele olhar seguro e transparente, com quem aprendi a conjugar o verbo &#8220;amar a vida&#8220;, em todas as pessoas! Obrigada, paizinho. Graças a ti, SOU como SOU&#8230; e sou FELIZ!
  [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=145&subd=paulaalex&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Cá estou. Regressei. Aprendi mais. Muito mais&#8230; valorizo ainda mais a beleza das coisas simples da vida! Sinto saudades do meu pai. Sinto saudades daquele olhar seguro e transparente, com quem aprendi a conjugar o verbo &#8220;<a href="http://www.slide.com/r/GTvXxirx6D-waLsH345rs70E21MX4h9x?previous_view=lt_embedded_url">amar a vida</a>&#8220;, em todas as pessoas! Obrigada, paizinho. Graças a ti, SOU como SOU&#8230; e sou FELIZ!</p>
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	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Amor Cão&#8221;</title>
		<link>http://paulaalex.wordpress.com/2008/06/11/amor-cao/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 22:48:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulaalex</dc:creator>
				<category><![CDATA[debates]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos nossos dias, uns úteis outros fúteis, nem nos apercebemos da dura realidade de outros seres que deambulam pelas ruas das cidades&#8230;
Telmo tem 21 anos.
Telmo é toxicodependente.
Telmo é seropositivo.
Telmo está só.
Este artigo do Jornal de Notícias é impressionante, uma realidade para ele&#8230; apenas mais uma página de jornal para nós.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=955224
       [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=142&subd=paulaalex&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Nos nossos dias, uns úteis outros fúteis, nem nos apercebemos da dura realidade de outros seres que deambulam pelas ruas das cidades&#8230;<br />
Telmo tem 21 anos.<br />
Telmo é toxicodependente.<br />
Telmo é seropositivo.<br />
Telmo está só.<br />
Este artigo do Jornal de Notícias é impressionante, uma realidade para ele&#8230; apenas mais uma página de jornal para nós.<br />
<a title="&quot;Amor Cão&quot;" href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=955224" target="_blank">http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=955224</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/paulaalex.wordpress.com/142/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/paulaalex.wordpress.com/142/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/paulaalex.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/paulaalex.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/paulaalex.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/paulaalex.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/paulaalex.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/paulaalex.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/paulaalex.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/paulaalex.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/paulaalex.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/paulaalex.wordpress.com/142/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=142&subd=paulaalex&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>(Con)trastes</title>
		<link>http://paulaalex.wordpress.com/2008/06/10/contrastes/</link>
		<comments>http://paulaalex.wordpress.com/2008/06/10/contrastes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 17:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulaalex</dc:creator>
				<category><![CDATA[debates]]></category>

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		<description><![CDATA[
                    ® Paulaalex -Lisboa, Maio/08
Vende-se a música e o étnico, finge-se ser genuíno, garante-se a qualidade&#8230; o produto natural.
Mas, afastado do grupo, qual director de uma empresa bem sucedida, recorrendo ao telemóvel, eis que o ancião respeitavelmente vestido, telefona, quiçá, ao fornecedor (chinês) para encomendar mais umas flautas made in China, por mãozinhas pequeninas que, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=127&subd=paulaalex&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><a href="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/06/indio3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-132 aligncenter" src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/06/indio3.jpg?w=357&#038;h=866" alt="" width="357" height="866" /></a></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">                    <em>® </em></span><em>Paulaalex</em> -Lisboa, Maio/08</p>
<p style="text-align:left;">Vende-se a música e o étnico, finge-se ser genuíno, garante-se a qualidade&#8230; o produto natural.<br />
Mas, afastado do grupo, qual director de uma empresa bem sucedida, recorrendo ao telemóvel, eis que o ancião respeitavelmente vestido, telefona, quiçá, ao fornecedor (chinês) para encomendar mais umas flautas <em>made in China,</em> por mãozinhas pequeninas que, da música, apenas conhecem as dores. São os (con)trastes.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/paulaalex.wordpress.com/127/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/paulaalex.wordpress.com/127/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/paulaalex.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/paulaalex.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/paulaalex.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/paulaalex.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/paulaalex.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/paulaalex.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/paulaalex.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/paulaalex.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/paulaalex.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/paulaalex.wordpress.com/127/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=127&subd=paulaalex&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Sem Sonhos</title>
		<link>http://paulaalex.wordpress.com/2008/05/25/progresso-gera-pobreza/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 May 2008 20:12:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulaalex</dc:creator>
				<category><![CDATA[debates]]></category>
		<category><![CDATA[Add new tag]]></category>

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		<description><![CDATA[A rapariga procurou uma moeda. Afinal colocou três moedas no copo que o cão segurava entre os dentes. Afinal não era um cão. Era uma cadela miserável, triste, velha e cansada. A vida é ingrata: amamentou os filhos, abandonou-o, foi abandonada. Nunca teve dono nem amor. Os cães serviam-se dela e deixavam-na na sarjeta, na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=123&subd=paulaalex&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">A rapariga procurou uma moeda. Afinal colocou três moedas no copo que o cão segurava entre os dentes. Afinal não era um cão. Era uma cadela miserável, triste, velha e cansada. A vida é ingrata: amamentou os filhos, abandonou-o, foi abandonada. Nunca teve dono nem amor. Os cães serviam-se dela e deixavam-na na sarjeta, na solidão de uma barriga que denunciava mais bocas para comer… Anos e anos a vagabundear por aí, por aqui… por lado nenhum… e em nenhum lado encontrou uma mão que a acariciasse com tanta ternura como aquela, numa tarde tão quente e longa. O nome… A rapariga queria saber o nome! Sem nome. Desconhecida. Abandonada. É só escolher.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span>            </span>O menino chama-se Mário. Só agora descobriu… Há três meses que viaja com ele de feira em feira, numa carrinha pequena e fedorenta, com mais três cães e dez pessoas. Pessoas? Não… bebem vinho e batem nas crianças e nos animais. Nunca nenhum lhe chamara Mário… Era o cabrão ou o filho da p…, era o estupor da p… que o pariu! Era… era um menino de olhos grandes e mãos pequenas, demasiado frágeis para suportar um velho acordeão que fazia parte dele como as pulgas dos animais vadios. Um parasita que o obrigava a humilhar-se, tocando sem lágrimas tons graves das dores que sentia e as notas agudas do amor que não tinha.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span>            </span>- E que idade tens? – continuou a inquirir a rapariga.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span>            </span>Sete anos… sete anos de desprezo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span>            </span>- Já sabes ler, andas na escola… atalhou a rapariga.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Depressa colou os olhos ao chão… para não deixar ver as lágrimas. A vida daquele menino não passa pela magia das letras e dos algarismos, das histórias e das contas. Contas só as que tem de dar ao dono, no final do dia, em troca de um rosnar <em>“Ah! Cabrão! Se amanhã não trazes mais…”</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:right;margin:0;" align="right"><em><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Paula Costa</span></span></em></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">Há mais de 10 anos escrevi este texto. Guardei-o. Para mim, aquela realidade chocou-me demasiado. Sempre senti a esperança de, com o progresso, não voltar a testemunhar estas realidades&#8230; Olho para trás, não sei do memino. É muito fácil adivinhar que não faz parte nem de estatísticas nem de prioridades políticas&#8230; Assim é o progresso!</p>
<p style="text-align:left;">Recentemente, numa das ruas da Baixa, voltei a ver o mesmo cenário&#8230; Impressionei-me muito, desta vez levava o meu filho de oito anos, pela mão. Ambos parámos. No silêncio da cumplicidade, o meu filho entregou uma moeda àquele rapaz&#8230; O que dizem estes olhos?  <br />
Sem sonhos, sem ser&#8230; a sobreviver.<img class="alignnone size-medium wp-image-124 aligncenter" src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/05/rapaz.jpg?w=300&#038;h=234" alt="Lisboa" width="300" height="234" /></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/paulaalex.wordpress.com/123/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/paulaalex.wordpress.com/123/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/paulaalex.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/paulaalex.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/paulaalex.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/paulaalex.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/paulaalex.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/paulaalex.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/paulaalex.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/paulaalex.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/paulaalex.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/paulaalex.wordpress.com/123/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=123&subd=paulaalex&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Lisboa</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>A Caverna, de José Saramago</title>
		<link>http://paulaalex.wordpress.com/2008/03/30/a-caverna-de-jose-saramago/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 22:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulaalex</dc:creator>
				<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Terminei a leitura deste livro fascinante que nos leva a uma caverna onde permanecemos prisionairos de nós mesmos, &#8220;livremente&#8221; vivemos numa prisão onde o consumismo devora o nosso ser até ao tutano. A solução?
«&#8230;sendo as pessoas além de sujeitos de um fazer, sujeitos também de um pensar (&#8230;) sempre valerá mais arriscar-nos a subir a figueira [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=121&subd=paulaalex&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify">Terminei a leitura deste livro fascinante que nos leva a uma caverna onde permanecemos prisionairos de nós mesmos, &#8220;livremente&#8221; vivemos numa prisão onde o consumismo devora o nosso ser até ao tutano. A solução?<br />
«&#8230;sendo as pessoas além de sujeitos de um fazer, sujeitos também de um pensar (&#8230;) sempre valerá mais arriscar-nos a subir a figueira para tentar alcançar o figo do que deitar-nos à sombra dela e esperar que ele nos caia na boca.» Muitas vezes, «&#8230;para que o céu se abra é necessário que uma porta se feche.»</p>
<blockquote>
<div style="text-align:center;"><img src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/livro70.thumbnail.jpg" alt="livro70.jpg" /></div>
<p>Na minha perspectiva, sair da caverna passa por sermos nós próprios, caminheiros ou viajantes numa busca intensa pelo SER e pela SERenidade. Procurar o céu límpido e fugir do consumismo, da homogeneização!</p>
<p align="justify">Boa Leitura e boas fugas!</p>
</blockquote>
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			<media:title type="html">livro70.jpg</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>21 de Março &#8211; Dia da Poesia</title>
		<link>http://paulaalex.wordpress.com/2008/03/30/21-de-marco-dia-da-poesia/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 21:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulaalex</dc:creator>
				<category><![CDATA[poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[



 A poesia está dentro de nós&#8230; ao olharmos para um sorriso, para uma flor, uma nuvem,  para uma mão que se estende&#8230;
Senti-mo-la quando recebemos esse sorriso, o cheiro, o suave som ou o forte trago do gomo dos dias&#8230;
Para este dia, escolhi um dos meus poetas favoritos &#8211; Eugénio de Andrade. Aqui fica a singela [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=119&subd=paulaalex&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><blockquote>
<p align="justify"><font color="#99cc00"><font color="#808000"><a href="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/dscf5201.jpg" title="dscf5201.jpg"></a></p>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="400" src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/dscf5201.jpg?w=400&#038;h=200" alt="dscf5201.jpg" height="200" /></div>
<p></font></font></p>
<p align="justify"><font color="#99cc00"><font color="#808000"> A poesia está dentro de nós&#8230; ao olharmos para um sorriso, para uma flor, uma nuvem,</font>  <font color="#808000">para uma mão que se estende&#8230;<br />
Senti-mo-la quando recebemos esse sorriso, o cheiro, o suave som ou o forte trago do gomo dos dias&#8230;<br />
Para este dia, escolhi um dos meus poetas favoritos &#8211; Eugénio de Andrade. Aqui fica a singela homenagem, para quem, fazer um poema, era ter um filho: com dor e com amor!</font></font></p></blockquote>
<p align="center"><font color="#99cc00"></font></p>
<p align="center"><font color="#99cc00">VER CLARO</font></p>
<p align="justify"><font color="#000000">Toda a poesia é luminosa, até<br />
a mais obscura.<br />
O leitor é que tem às vezes,<br />
em lugar de sol, nevoeiro dentro de si.<br />
E o nevoeiro nunca deixa ver claro.<br />
Se regressar<br />
outra e outra vez<br />
e outra vez<br />
a essa sílabas acesas<br />
ficará cego de tanta claridade.<br />
Abençoado seja se lá chegar.</font></p>
<blockquote>
<p align="justify">Eugénio de Andrade, <em>Os Sulcos da Sede</em></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><font color="#99cc00">O vídeo apresenta-te o poema «<em>Palavras Intreditas</em>», de Eugénio de Andrade.</font> Para ti, há <u>palavras intreditas</u>?</div>
</li>
</ul>
</blockquote>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://paulaalex.wordpress.com/2008/03/30/21-de-marco-dia-da-poesia/"><img src="http://img.youtube.com/vi/euf_s3b6aGg/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/paulaalex.wordpress.com/119/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/paulaalex.wordpress.com/119/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/paulaalex.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/paulaalex.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/paulaalex.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/paulaalex.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/paulaalex.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/paulaalex.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/paulaalex.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/paulaalex.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/paulaalex.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/paulaalex.wordpress.com/119/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=119&subd=paulaalex&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>22 de Março &#8211; Dia Mundial da Água</title>
		<link>http://paulaalex.wordpress.com/2008/03/30/22-de-marco-dia-mundial-da-agua/</link>
		<comments>http://paulaalex.wordpress.com/2008/03/30/22-de-marco-dia-mundial-da-agua/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 16:09:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulaalex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos adoptar um rio?


A Associação Portuguesa de Educação Ambiental (APEA) pretende que qualquer pessoa se envolva nesta acção ambiental.
Escolhe-se 500 metros de auqlquer rio, que depois se terá de avaliar, pelo menos duas vezs por ano (primavera e Outono), a fim de sedetectar resíduos, medir a temperatura, a transparência da água e analisar o PH [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=116&subd=paulaalex&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="center"><font color="#0000ff">Vamos adoptar um rio?<br />
</font></p>
<p align="center"><font color="#0000ff"><img width="290" src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/agua11.jpg?w=290&#038;h=594" alt="agua11.jpg" height="594" style="width:290px;height:550px;" /></font></p>
<p align="justify">A Associação Portuguesa de Educação Ambiental (APEA) pretende que qualquer pessoa se envolva nesta acção ambiental.<br />
Escolhe-se 500 metros de auqlquer rio, que depois se terá de avaliar, pelo menos duas vezs por ano (primavera e Outono), a fim de sedetectar resíduos, medir a temperatura, a transparência da água e analisar o PH e outros factores. Além da avaliação técnica, ao cuidar de um rio devemos observar os animais que vivem nas margens e no seu leito, como anfíbios e peixes. É igualmente importanteobservar a floraque, se estiver pouco frondosa, pode ser replantada, desde que para tal o pai/mãe adoptivo(a) faça a sugestão às autoridades locais. É claro que se o rio ou as suas margens estiverem poluídas, tal factodeve ser denunciado às autoridades, para que se proceda à sua limpza, na qual poderemos também participar.<br />
Pensa nisso, e procura alguém que te acompanhe neste projecto&#8230; pode ser uma pequena gota num imenso oceano, mas uma pequena gota fará uma grande diferença!</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/paulaalex.wordpress.com/116/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/paulaalex.wordpress.com/116/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/paulaalex.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/paulaalex.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/paulaalex.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/paulaalex.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/paulaalex.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/paulaalex.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/paulaalex.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/paulaalex.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/paulaalex.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/paulaalex.wordpress.com/116/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=116&subd=paulaalex&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		</media:content>

		<media:content url="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/agua11.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">agua11.jpg</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>21 de Março &#8211; Dia Mundial da Árvore</title>
		<link>http://paulaalex.wordpress.com/2008/03/28/21-de-marco-dia-mundial-da-arvore/</link>
		<comments>http://paulaalex.wordpress.com/2008/03/28/21-de-marco-dia-mundial-da-arvore/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 12:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulaalex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://paulaalex.wordpress.com/?p=111</guid>
		<description><![CDATA[

AS ÁRVORES
As árvores crescem sós. E a sós florescem. 
Começam por ser nada. Pouco a pouco se levantam do chão,
se alteiam palmo a palmo.
Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,
e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se. 
Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,
e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,
e os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paulaalex.wordpress.com&blog=851759&post=111&subd=paulaalex&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="center" style="text-align:center;margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"><a href="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/flores2.jpg" title="flores2.jpg"></a><a href="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/arv.jpg" title="arv.jpg"></a><img border="0" width="400" src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/arv.jpg?w=400&#038;h=600" alt="arv.jpg" height="600" /><br />
</span></strong></p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">AS ÁRVORES<br />
As árvores crescem sós. E a sós florescem.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"> <br />
<a href="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/arvores1.jpg" title="arvores1.jpg"></a></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Começam por ser nada. Pouco a pouco </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">se levantam do chão,<br />
se alteiam palmo a palmo.<br />
</span></strong><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"> <span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"><a href="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/flores2.jpg" title="flores2.jpg"></a></span><br />
</span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">e os frutos dão sementes,</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">e as sementes preparam novas árvores.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"> <br />
</span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Sós.<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">De dia e de noite.<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Sempre sós.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"> <br />
</span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Os animais são outra coisa.<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Contactam-se, penetram-se, trespassam-se,<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">fazem amor e ódio, e vão à vida<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">como se nada fosse.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"> <br />
</span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">As árvores não.<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Solitárias, as árvores,</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">exauram<br />
terra e sol silenciosamente.<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Não pensam, não suspiram, não se queixam.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"> <br />
</span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Estendem os braços como se implorassem;<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">com o vento soltam ais como se suspirassem;<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">e gemem, mas a queixa não é sua.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"> <br />
</span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Sós, sempre sós.<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Nas planícies, nos montes, nas florestas,<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">a crescer e a florir sem consciência.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"> <br />
</span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">Virtude vegetal viver a sós<br />
</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">e entretanto dar flores.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"> <br />
</span><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">António Gedeão<br />
</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"><a href="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/flores2.jpg" title="flores2.jpg"><img src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/flores2.thumbnail.jpg" alt="flores2.jpg" /></a><a href="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/flores2.jpg" title="flores2.jpg"></a><a href="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/flores2.jpg" title="flores2.jpg"><img src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/flores2.thumbnail.jpg" alt="flores2.jpg" /></a><a href="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/flores2.jpg" title="flores2.jpg"><img src="http://paulaalex.files.wordpress.com/2008/03/flores2.thumbnail.jpg" alt="flores2.jpg" /></a><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span> <br />
O poeta mostra-nos a árvore com outros olhos e outro sentir. Para nós, no dia a dia, basta ver, cheirar, sentir&#8230; a frescura, a vida, a cumplicidade de cada árvore. Uma árvore é sempre única! Por isso é tão importante preservá-las. <br />
</span><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"><font color="#339966">DE UMA SIMPLES ROLHA DE CORTIÇA PODERÁ NASCER UMA ÁRVORE&#8230; </font><br />
</span><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';">A partir de Junho , ao separarmos o lixo, podemos passar a separar também as rolhas de cortiça. Esta <font color="#808000">Campanha de Reciclagem de Rolhas</font>, levada a cabo pela <a target="_blank" href="http://www.quercus.pt/scid/webquercus/" title="Ambiente">QUERCUS</a> e integrada no programa <a href="http://o-blog-verde.blogs.sapo.pt/tag/green+cork" title="Ambiente">Green Cork</a>, tem como finalidade reaproveitar a cortiça e usar o dinheiro adquirido para plantar carvalhos, azinheiras e sobreiros pelo país. Está atento. Informa os teus pais e amigos. ParticipA: BASTA RECOLHER AS ROLHAS E ENTREGÁ-LAS NO ECOPONTO MAIS PRÓXIMO, QUE NO TEU CASO SERÁ O HIPERMERCADO CONTIMENTE. SE QUISERES FACILITAR A TAREFA, LANÇA A IDEIA NA TUA ESCOLA E FAZ AÍ A CAMPANHA, RECOLHE O MAIOR NÚMERO DE ROLHAS QUE CONSEGUIRES.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Letter Gothic';"></span></p>
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